quinta-feira, 10 de maio de 2012
“Eu não sei como desviar dos caminhos que me levam até você, mas que
nunca perpetuam o “nós”. Eu te vejo em todos os lugares, mesmo quando
meus olhos estão fechados. Eu imagino nós dois em milhares de situações.
Eu invento, reinvento, revejo memórias e cenas. Mas será que isso é
certo? Quer dizer… Tanto tempo já se passou, tantas coisas já se
perderam, o buraco mortal que eu deixei na sua vida, hoje já é
preenchido por outra pessoa. Mas será que… Você ainda pensa em mim, nem
que seja só um pouquinho? Será que você ainda sente alguma coisa quando
eu tenho uma recaída e vou atrás de você te lembrar o quanto é errado
nós ficarmos separados? Você ainda pensa em mim quando está com ela?
Será que… Você ainda sente uma dorzinha no coração quando falam o meu
nome? Ou será que o silêncio que nós dois nos encontramos, nem te
machuca mais? (…) Será?”
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