domingo, 15 de abril de 2012

“- Amor?
- Sim?
- Você pode, por favor, dizer que me ama? Eu estou morrendo aqui.
E e então nós rimos. E em seguida estou em seus braços e estamos nos beijando, rapidamente em um primeiro momento, para compensar o tempo perdido, e então vagarosamente, afinal temos todo o tempo do mundo. E os lábios dele são macios e doces como mel, e o modo cuidadoso e apaixonado com que ele se move contra mim indica que ele sente o mesmo gosto que eu.
E entre beijos eu digo que o amo.
De novo, e de novo, de novo.”

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