Depois de tanto tempo, quando eu já
estava desencantada do mundo, desacreditada do destino, eu o conheci. Quando o
ouvi pela primeira vez, confesso que achei que ele não iria aceitar uma menina. Em nada
bonita. Em nada charmosa. Em nada atraente. Mas isso foi só a primeira
impressão. Em poucas palavras ele passou de menino pra homem. E de homem pra O
homem perfeito.O homem da minha vida.
Ele era tão lindo, tão olhos
claros(meus olhos de mar). Tão educado, tão gentil e tão safado rss. Tão tímido, tão meigo, tão fofo.
Tão inteligente, tão sério, tão culto.
Ele era fofo, sem ser bobo. Era meigo,
sem ser idiota. Era inteligente sem ser cansativo. Ele era arrumadinho,
certinho, quietinho.
Diferente de todos que eu já tinha
visto, ele me atraiu de primeira. E de segunda. E de todas as outras vezes que
eu o olhei. Atraiu com conversas, com olhares, com sorrisos. Com propostas. E
até com mal entendidos. Diferente de todos os caras de antes, ele era O
cara.
Dizia coisa safadas de um jeito tão
bonito. Fazia parecer que a vulgaridade do desejo era um ato sublime. Fazia
propostas indecentes como se fossem pedidos de casamento. Acredito que ele seria
capaz de levar qualquer uma pra onde quisesse, pra fazer o que ele quisesse.
Ele levava o pensamento pra longe, mas
prendia a todos com o olhar. Com o jeito. Com as palavras doces e calculadas.
Contava histórias de uma terra distante.
De amigos sinceros. De momentos de felicidade, que fazia inveja. Falava do que
aprendera e do que ainda queria aprender. E isso me dava vontade de aprender
tanta coisa também. Vontade de viajar. De conhecer
sobre política, economia, matemática e até geografia. Ele era tão cheio de
experiência e histórias, que eu me sentia vazia. Sabia tanto sobre tanta coisa,
que eu me achei meio burra. Ele era tão tudo que eu me senti tão nada.(Apesar de ser o tudo dele).
Tinha um sorriso lindo, uma voz linda,
um olhar meio tímido. Uma cara meio de mal. Ele era tão completo, que me fez
sentir incompleta. Com vontade que ele fosse a parte que estava me faltando. Era
um príncipe. Pequeno, mas ainda um príncipe. Era tudo isso. E era, antes de
tudo, real.
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