“Foi
esperando
quase
nada
que
um
quase
tudo
apareceu.
Simples
como
um
fim
de
tarde.
No
começo
era
medo,
incerteza,
insegurança
surgindo
como
relâmpago
no
céu.
Depois,
uma
sensação
de
pertencimento,
de
paz,
de
alegria
por
encontrar
um
sentimento
desconhecido,
mas
que
fazia
bem.
Não
teve
espumante,
holofote,
tapete
vermelho.
Foi
simples
como
um
fim
de
tarde.
Algum
frio
na
barriga,
interrogações
deslizando
pelas
mãos
suadas,
uma
urgência
em
saber
se
aquilo
era
ou
não
pra
ser.
É
que
um
dia
alguém
nos
ensina
que
quando
é
pra
ser
a
gente
sente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário