Antes ser distante, do que nunca ter vivido. Um dia desses vi uma reportagem (daquelas que a gente joga a avó no precipicio para que não veja), sobre os perigos da internet, sobre as pessoas que não amam, sobre os namoros, sobre a falta daquilo, dos distos, dos não-sei-o-quê. E depois de tanto não sei o quê, vi mesmo que o perigo mesmo está em não ter vivido. Não ter se arriscado, não ter se jogado no messenger, ter vencido toda essa gente, simplesmente pra amar, pra se entregar, nem que seja um pouquinho, nem que seja um tantinho. Tanta gente fala dos namoros a distância, mas não vê que os sentimentos também viajam, dançam, se abraçam a cada batida conjunta do coração, desejando que um dia possam se encontrar. Que a vida possa a pena valer, que um dia, aquele amor tão bonito possa achar o outro amor pra se amar. E depois de tantas danças, e tantas opiniões chatas, fiquei pensando e repetindo: A distância não apaga o bonito. É melhor sentir distante, do que nunca ter vivido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário