segunda-feira, 17 de outubro de 2011

perdoname



Estou aqui a horas tentando fazer um texto para os meu pai, e nenhum sai bom o suficiente, não consigo entender o porque, como eu não consigo falar da pessoa que mais me apoiou, que fez de mim o que eu sou hoje? Nunca parei para pensar que tudo o que eu tenho, o que eu sou hoje é graças a ele. Nunca agradeci, raramente digo que o amo, e mesmo assim ele estava ali do meu lado, sendo meu chão, não se importando se eu dava presentes, se eu dizia que o amava, ele realmente não se importava, e não se importa. É única pessoa que me ama incondicionalmente e entende o que você faz, o que você é, todos querem coisas materiais, querem sentimentos, seus pais já estão felizes com a sua existência. E mesmo sabendo disso nunca agradeci ao meu, nunca dei o valor que ele realmente merecia, nunca fiz um texto assim para ele nesse blog, nunca coloquei um subnick para ele no MSN, nunca liguei para ele só para dizer que o amo, como já fiz com meu namorado. E hoje, com tudo de ruim acontecendo, com lágrimas escorrendo pelo rosto, eu liguei o computador, sentei na cadeira, e fiz esse texto, para tentar colocar tudo o que sinto sobre ele pelo menos em uma tela de computador, porque não fui corajosa o suficiente em meios de gritos, choros, batidas de portas dizer: EU TE AMO. Eu tive que ver minha vida mudar, tive que ver ela se desmanchando para dar o valor que ele realmente merecem.
Eu sinto muito por não ser a filha perfeita, por não dar o valor que você realmente merece, por não falar para você o quanto é importante, o quanto sou grata. Eu sinto muito por você não saber que eu realmente estou sofrendo com tudo isso, que eu amo você, e pelo jeito continuara sem saber, porque a única coisa que fui capaz de fazer foi um texto no blog, não olhei nos olhos dele e disse tudo isso. Eu sinto muito e obrigado pai...

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