sábado, 1 de outubro de 2011

A Lua


Lua timida, remota, distante
Que no céu infinito do além,
Enche as noites suspiro de luz,
Quando luz própria ela não tem.

A ela rezam os lobos,
Com uivos eternos e sufocantes
Nos distantes desertos, nas montanhas
Nos confins dos campos verdejantes.

A sua luz brilhantes cria sombras irreais,
Sombras negras que nos perseguem de várias formas...
Sombras que só a lua pode fazer sumir!
Mas afinal são só sombras de sonhos...

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