Andei por um cainho,
distante do que sempre caminhei.
E então me perguntava,
porque andar por aqui?
Se todos me dizem
a porta certa…
A porta certa
pra mim era entreaberta
já não mais era apelo…
a porta certa
estava encoberta
por falta de zelo…
Andei por um caminho,
“errante” não o que sempre “preguei”.
E então me embriagava…
porque não andar por aqui?
Se todos não me dizem
da descoberta…
A porta certa
também de incerteza, é repleta…
a busca não é desmazelo.
a porta certa
não é a certeza concreta
é a onde acontece o degelo…
”E nós podemos passar”…
distante do que sempre caminhei.
E então me perguntava,
porque andar por aqui?
Se todos me dizem
a porta certa…
A porta certa
pra mim era entreaberta
já não mais era apelo…
a porta certa
estava encoberta
por falta de zelo…
Andei por um caminho,
“errante” não o que sempre “preguei”.
E então me embriagava…
porque não andar por aqui?
Se todos não me dizem
da descoberta…
A porta certa
também de incerteza, é repleta…
a busca não é desmazelo.
a porta certa
não é a certeza concreta
é a onde acontece o degelo…
”E nós podemos passar”…
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