Eu poderia escrever um texto enorme sobre como me sinto hoje, para começar digito compulsivamente, com aquela rapidez misturada a ansiedade. Ouço canções antigas, aquelas que fazem você viajar acordado, lembro-me do amor que tenho, das lágrimas que rolam pela falta que ele me faz. A morte deveria recuar quando visse um grande sonho se realizando. Às vezes sinto ele perto de mim, que me achem louca, mas é a única forma de sobreviver. Estagnada em minha dor e saudade ainda caminho ao lembrar como é grande o nosso amor. Sempre falo no presente quando refiro-me a nós, pois não nego o fato de ele ser o meu Presente, mesmo que ele viva em mim de corpo ausente.
Distancia não significa ausência...
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